Destrói-se o património regional para favorecer o privado, contra os interesses da Região

A publicação, em Jornal Oficial, da constituição de uma comissão especial para o acompanhamento da privatização da GLOBALEDA e da SEGMA, duas empresas do Grupo EDA nas quais o Governo Regional detém 50,1% do capital social, constitui mais um rude golpe na defesa dos interesses da Região e representa um ataque ao património regional.
A concretizar-se, esta privatização coloca em causa a capacidade de resposta destas duas empresas às necessidades da Região no futuro, bem como os postos de trabalho, os direitos e os interesses dos seus trabalhadores.



