Na discussão da proposta do PCP para proibir os herbicidas com glifosato nos Açores, o Deputado Aníbal Pires afirmou que, tendo em conta o volume da dados que associam o glifosato a doenças que incluem o autismo, o cancro, o Linfoma não-Hodgkin, o Alzheimer, a falha renal catastrófica, malformações congénitas, desregulação hormonal, doenças cardíacas, entre outras, "prudência não é proteger a venda de herbicidas. A prudência é proteger a saúde dos açorianos de um perigo que cada vez mais se confirma como real!"
PS, PSD, CDS e PPM, preferiram proteger os lucros das grandes multinacionais como a Monsanto e rejeitaram a proposta do PCP.


No Voto apresentado pelo PCP sobre o Dia Internacional da Mulher, que foi hoje aprovado por unanimidade no parlamento Regional, o Deputado Aníbal Pires denunciou a discriminação intolerável a que são sujeitas as trabalhadoras açorianas, nomeadamente em termos dos seus salários.
No encerramento do debate agendado pelo PCP sobre precariedade e políticas públicas de emprego, o Deputado Aníbal Pires denunciou que os programas regionais de emprego perpetuam a precariedade, ao não incentivarem a efectiva contratação de trabalhadores, ocultam a dimensão real do desemprego, criam desigualdades inaceitáveis entre trabalhadores e tentam gerar uma vasta camada de trabalhadores pobres, sem direitos e com rendimentos que estão no limite da sobrevivência, que podem ser explorados à vontade, com o beneplácito das Resoluções do Governo Regional.
Na interpelação do PCP ao Governo Regional, o Deputado Aníbal Pires denunciou os abusos a que estão sujeitos os trabalhadores desempregados em programas ocupacionais, que são utilizados para substituir necessidades de trabalho permanente, às quais devia corresponder um posto de trabalho efectivo, sujeitos a trabalho por turnos sem compensação, auferindo remunerações abaixo do salário mínimo.