Aníbal Pires, Deputado do PCP Açores na Assembleia Legislativa Regional, apresentou hoje um requerimento solicitando um conjunto de informações sobre as empresas de animação marítimo-turística e a sua actividade.
O PCP pretende conhecer o número de empresas por ilha e quais receberam apoios do Governo Regional, e quais as que, sendo detentoras de licença, não exercem efectivamente nenhuma actividade nesta área. Foram ainda solicitadas informações sobre o número de postos de trabalho associados e os seus vínculos e remunerações, bem como sobre o volume de negócios e clientes do sector.
Para o PCP, o recente e rápido desenvolvimento do sector de animação marítimo-turística nos Açores, obriga a que os poderes públicos acompanhem de perto a sua situação e avaliem a correcção das políticas públicas de estímulo a estas actividades.


Defendendo a importância da Escola das Capelas para a região, o deputado do PCP Aníbal Pires afirmou que um ensino de qualidade só é compatível com uma gestão democrática, criticando a posição do Governo, que se dirige no sentido de recuperar a figura do director da escola.
Confesso estar a ficar enfastiado! É a
omnipresença da pessoa do Primeiro-ministro, em dezenas de mensagens
que me caem todos os dias no correio electrónico, ou em títulos de
primeira página, constantes em qualquer tablóide ou ecrã. Pelo facto de
ser PM, há um indivíduo sobre quem se pretende fazer recair, todos os
dias, tudo o que de bom, ou de desgraças e reveses, acontecem no país.
No seguimento de outras reflexões aqui feitas, ocorre-me chamar hoje a
atenção para uma tendência política regional que, teimosa e
irracionalmente, se tem acentuado nos últimos tempos. Estou a
referir-me à claríssima tentação centralista que marca, agora de forma
cada vez mais forte, as atitudes, o pensamento e, principalmente, a
prática dos governantes açorianos.