Tenho estado a ler um livro – Jardim, a grande fraude – da autoria do jornalista Albino Ribeiro Cardoso, livro esse que recomendo a todos os que sentem necessidade de reflectir sobre a evolução da democracia criada com o 25 de Abril e sobre os atropelos e aleijões que a própria democracia consentiu.O “jardinismo” é um regime político regional, instalado na Região Autónoma da Madeira, que tem gozado de largo apoio eleitoral, que exibe como emblema predilecto o estilo desbocado e boçal do seu líder, que assenta numa prática política dominadora, que se apoia numa restrita camada de políticos empresários criada pelo próprio poder político, que desenvolveu um vasto programa de obras publicas (os túneis, as auto estradas, o aeroporto, portos etc), mas que não tirou a esmagadora maioria da população da Madeira da situação estrutural de atraso que lá se vivia e vive.


Conclusões da reunião da Direcção do PCP Açores de 16 de Julho:
O PCP/São Miguel critica fortemente a decisão da Secretaria Regional da Educação e Formação de encerrar 27 escolas do 1.º ciclo na região, das quais 9 são em São Miguel. Esta é mais uma prova da ausência de estratégia do Governo Regional para a educação, e da importância que dá à formação das nossas crianças.
No desenvolvimento de uma actuação política estreitamente ligada às populações e aos seus anseios, o Deputado do PCP na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Aníbal Pires, deslocar-se-á à ilha das Flores entre os dias 18 e 21 de Julho.
Antes foi a gripe das aves. Em 2009 a gripe A. Este ano o nome é mais estranho: “E-Coli”. O alarme geral soou, accionado por acreditados especialistas em matéria de saúde pública (desconhecidos até à data…), e perante o quais o exército da informação mundial e dos governos todos eles se mobilizaram para ajudar os infectados e prevenir a infecção, tentando cada jornal, estação de rádio ou televisiva, cada comentador ou ministro da saúde, por igual, e servindo-se de terminologia semelhante, dar o seu contributo (o mais das vezes acrítico) para defender os cidadãos do seu país e o mundo de um perigo comum que, repentinamente, a todos ameaça.