O Deputado e Coordenador do PCP Açores, Aníbal Pires, e Martinho Baptista, membro do Comité Central do PCP, reuniram hoje à tarde com o Conselho Executivo da Escola das Laranjeiras, em Ponta Delgada e abordaram questões específicas da Unidade Orgânica e do Sistema Educativo Regional.Os problemas são muitos e sérios: as dificuldades financeiras, o constante adiamento de obras de melhoramento, designadamente uma sala para os alunos, a falta de pessoal não docente, entre outros. Nos últimos 10 anos aposentaram-se 9 docentes não tendo sido reposto nenhum destes lugares de quadro, nem sequer foi concedida autorização para a contratação de pessoal para suprir a evidente carência de pessoal.


O PCP Açores vem publicamente reafirmar a sua firme oposição ao processo de privatização da ANA Aeroportos, recentemente anunciado pelo Governo da República.
O Presidente da Republica prometeu um 2º mandato interventivo e está a cumprir!
A proposta do PCP Açores visando recusar as medidas do FMI que vão determinar um duplo aumento de impostos sobre as famílias açorianas foi hoje rejeitada pelo Parlamento Regional, com os votos contra do PS e abstenções do PSD e CDS-PP.
A continuidade da aldrabice sistemática a que Sócrates nos habitou e à custa da qual logrou durante anos ir governando em desfavor dos iludidos, aí está escancarada nas primeiras medidas do Governo PSD/CDS. É um (e cada vez mais) violento assalto, clandestinamente congeminado antes das eleições e agora insolente e sem aviso prévio, ao património nacional e aos cidadãos portugueses. Referindo-se ao compromisso com a troika mas fugindo a aclarar o respectivo conteúdo (escudado sobre mentiras), nenhum programa eleitoral de qualquer dos dois partidos, hoje governo, anunciou aquilo que desde logo se propõem executar: Vender Portugal, e de imediato as empresas estratégicas da economia, à talhada como carne de picanha, e lancetar em 50% os rendimentos passíveis de IRS de pelo menos metade dos portugueses. Tudo isto para evitar, sem êxito algum, o “lixo” para onde os esbulhadores mercados financeiros, à semelhança do que aconteceu na Grécia, não deixaram de remeter logo de seguida a dívida portuguesa.