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cabecalhoPrincipal

2011-10-21 16:14

PCP Açores defende aumento do salário mínimo

Em defesa dos trabalhadoresAníbal Pires, apresentou hoje no Parlamento Regional a proposta do PCP para aumentar o complemento regional ao salário mínimo. Para o PCP esta é uma medida de elementar justiça, tendo em conta os efeitos brutais que as medidas de austeridade têm nos Açores, especialmente sobre os trabalhadores mais pobres e que rompe com a política de desvalorização salarial que PS, PSD e CDS tê levado a cabo ao longo das últimas décadas.

Para o Deputado do PCP "é claro e inegável que estamos perante uma situação de emergência económica social a que temos de dar resposta. Precisamos de actuar em contra ciclo se queremos atenuar os piores efeitos desta crise sobre a economia açoriana e sobre as condições de vida do nosso Povo."

A proposta do PCP foi rejeitada com os votos contra do PS, PSD, CDS-PP e com a abstenção do PPM.

 

  PCP Açores quer aumentar salário mínimo by CDU Açores

 

 

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2011-10-20 16:45

Buracos e sacrifícios

Mário Abrantes

Para onde quer que nos viremos à procura dos (hoje) habituais pequenos confortos e lazeres diários, indispensáveis à continuidade de um bom desempenho profissional (no caso de quem trabalha) e imprescindíveis ao mínimo de qualidade de vida (alcançado pelo esforço e empenhamento dos que para isso se sacrificaram em gerações anteriores), não vemos forma de os conseguir preservar. Chegou, sem dúvida, o tempo dos novos sacrifícios para as actuais gerações de portugueses. Ou porque tais sacrifícios, mesmo inúteis, lhes estão sendo impostos em sucessão cada vez mais inquietante e incómoda, ou porque, para tentar contrariá-los e suplantá-los, se vai tornando necessário afectar à acção cívica algumas horas anteriormente dedicadas à descontração individual ou familiar…

 

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2011-10-20 13:38

Rejeitar o Orçamento é um imperativo nacional (vídeo)

2011-10-20 11:43

Rejeitar o Orçamento é um imperativo nacional

AnibalPires_Out2011_webAníbal Pires, Deputado do PCP Açores, denunciou hoje no Parlamento Regional a proposta de Orçamento de Estado como o "mais brutal ataque alguma vez perpetrado contra os cidadãos deste país" e que irá apenas cavar ainda mais o abismo da dívida, da recessão e do desemprego, sem apresentar uma única medida para relançar o crescimento ou melhorar a vida dos portugueses.

E alertou que as "medidas brutais como o roubo dos subsídios de natal e de férias, a redução das prestações sociais, o congelamento de carreiras, salários e pensões não são excepcionais nem transitórias. Pelo contrário. Vieram para ficar!"

Perante este quadro Deputado do PCP considerou que "Este Orçamento e esta ofensiva só poderão ser rejeitados na rua, pelo protesto de todos cidadãos e cidadãs democratas que anseiam por um futuro melhor." E apelou à participação de todas as açorianas e açorianos na Greve Geral de 24 de Novembro.

 


     Rejeitar o Orçamento é um imperativo nacional by CDU Açores

 

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2011-10-19 17:05

Brutalidade


Querem, com esse retrocesso, criar uma sociedade ainda com mais exploração e ainda com maior concentração do poder económico e político. Querem concretizar uma “globalização” que vai ao arrepio da natureza e potencialidade progressista de toda a enorme evolução científica e técnica que caracteriza o tempo em que vivemos. Querem impor, no presente e no futuro, graus de domínio do passado, que são incompatíveis com a dignidade humana, conscientemente interiorizada por uma parte da Humanidade.
O que se conhece da proposta de Orçamento de Estado para 2012, com os seus cortes brutais, associado a muitas medidas avulsas que têm vindo a ser tomadas, tocam em cheio na vida de trabalhadores, reformados, micro, pequenos e médios empresários e trabalhadores independentes e empurram milhares e milhares de famílias para situações dramáticas. Os jovens são tratados, com esta política, abaixo de cão. Os reformados em geral e em especial a grande maioria de reformados com pensões modestas, pequenas e muito pequenas, são encarados como um peso morto da sociedade.
Só há um caminho: recusar esta política e construir outro percurso para o País!
Artigo de opinião de José Decq Mota, em 16/10/2011

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