Na sequência de diversos contactos com organizações sindicais e dando voz aos educadores e professores, a Representação Parlamentar do PCP Açores entregou hoje no Parlamento Regional um Projecto urgente para exigir que o Governo abra os concursos interno e externo de colocação do pessoal docente.
Estes concursos têm de ser obrigatoriamente abertos todos os anos, no
mês de Janeiro, por força do Decreto Legislativo Regional que aprovou o
Regulamento de concursos.
O Coordenador Regional do PCP Açores, Aníbal Pires, reagiu em primeira mão aos resultados das eleições presidenciais nos Açores, destacando a importância da candidatura de Francisco Lopes, para a mobilização dos açorianos no sentido da ruptura e mudança política necessária.
Declaração do Coordenador Regional do PCP Açores, Aníbal Pires, sobre as Eleições Presidenciais do próximo Domingo:
As eleições presidenciais do próximo Domingo vão realizar-se num contexto político de descrença generalizada e com os portugueses a fazer contas à vida depois dos primeiros impactos do corte nos rendimentos do trabalho, seja por via directa, seja pela via indirecta como consequência do aumento dos impostos sobre os rendimentos do trabalho e sobre o consumo.
1.Inicio hoje uma colaboração regular com o “Incentivo”, na qual procurarei, tal como faço desde 1979 nos mais diversos jornais dos Açores, contribuir para que a nossa comunidade reflicta sobre os problemas de interesse colectivo e sobre as várias formas que há para os resolver.
Privilegiarei nestes textos as temáticas que interessam directamente ao Faial e a esta parte da Região, constituída por ilhas bem próximas e que só ganham se equacionarem em conjunto as soluções para muitos dos problemas mais agudos. Não me eximirei, entretanto, de comentar outros temas, regionais, nacionais ou internacionais, desde que entenda ser importante trazer a debate algum ponto de vista sobre eles.
O voto é secreto e eu vou aqui usar desse direito porque sou livre de votar, sem pressões, em quem entender (até porque essa possibilidade, antes de ser alcançada, custou 48 anos de muita luta, sacrifício e sangue).
Tal opção não me impede no entanto, enquanto cidadão, de emitir opinião, livre e desobrigada (outro direito que custou luta, sacrifício e sangue durante os mesmos 48 anos) sobre as candidaturas presidenciais.