Esta Declaração é mais do que um compromisso, é uma clara proposta política alternativa às actuais orientações dos que em Portugal e em Bruxelas levam a cabo uma política de direita e de integração europeia contrária aos interesses dos trabalhadores, do povo e do país.
Uma Declaração Programática que pelo projecto político que comporta e pela concepção de Europa que explicita, se afirma em ruptura com o actual modelo de integração europeia neoliberal, federalista e militarista ao serviço do grande capital e das grandes potências.


Na sua intervenção inicial sobre a legalização da sorte de varas na região, o deputado regional do PCP, Aníbal Pires, afirmou que "a
sorte de varas, que se pretende agora introduzir, é uma prática
estranha, estrangeira, distante dos nossos costumes, de difícil
compreensão para a nossa cultura, e que poderá, a prazo, ser um factor
prejudicial para a própria vitalidade da tradição da tourada à corda."
Em conferência de imprensa, o deputado regional do PCP, Aníbal Pires, divulgou publicamente o apelo dirigido a todos os deputados regionais, para que não permitam a legalização da sorte de varas.
1. Ao abordar neste momento as problemáticas ligadas e tradicionalmente
lembradas nas comemorações do Dia do Trabalhador, abandono,
deliberadamente, qualquer tom comemorativo e assumo uma postura
reivindicativa muito marcada: são precisas políticas de combate à crise
que dêem valor ao trabalho, que reconheçam os trabalhadores como parte
determinante dos processos socioeconómicos, que abandonem, claramente,
o objectivo de injectar capital no sistema financeiro como forma de
salvar as grandes fortunas e de manter, agravando, o inaudito grau de
exploração da força do trabalho a que assistimos.
É já no próximo sábado que festejamos os 35 anos da Revolução dos cravos, momento alto de emancipação do povo português.