Nas comemorações dos 88 anos do Partido Comunista Português, que se realizaram em Ponta Delgada, tomaram a palavra Martinho Batista, membro do Comité Central e da DORAA, Carlos Ribeiro, candidato ao Parlamento Europeu, e Aníbal Pires, coordenador do PCP Açores.
Perante cerca de 40 camaradas e amigos, estiveram presentes a camaradagem, a amizade, a solidariedade e a fraternidade. Foi com este espírito que Aníbal Pires afirmou que "fazemos 88 anos, mas somos jovens. Porque temos a idade das nossas ideias, que são intemporais."


Momentos há em que não é possível fingir que se não está a ver o significado profundo de certas atitudes. Quando tenho noticia que, nos recém iniciados debates parlamentares regionais, o Grupo Parlamentar do PS, presidido pelo Prof. Hélder Silva, insiste na definição prévia de tempos globais para debate, só posso ficar profundamente indignado.
A recente promulgação do código do trabalho pelo presidente da
República, apesar da contestação dos trabalhadores e das organizações
sindicais (sérias, que actuam em defesa daqueles que representam),
desempenha um papel essencial (pelas piores razões) no agudizar da
crise da economia real, pois vai, como já se assiste, permitir ao
patronato “despachar” os trabalhadores que entender, a coberto de uma
legislação do trabalho que pende, claramente, para o lado mais forte da
corrente: os patrões.