Declarações do Coordenador do PCP
Começo por dirigir uma saudação às centenas de mulheres e homens que integraram as candidaturas da CDU nos Açores, colaborando e dinamizando uma intensa campanha de contacto e esclarecimento com os açorianos, ouvindo os seus problemas, escutando a sua vontade e levando as propostas e o projeto da CDU à maior parte das localidades da nossa Região.
Independentemente dos resultados eleitorais em cada local, o esforço, a dedicação e o empenhamento e a coragem dos ativistas da CDU constituiu uma poderosa afirmação da força, presença, implantação e uma verdadeira ligação às diversas realidades locais, o que se traduz numa profunda ligação da CDU ao Povo açoriano.
A CDU continuará a intervir para responder aos interesses e aspirações dos trabalhadores e do povo açoriano.


Rui Teixeira, primeiro candidato da CDU à Câmara de Ponta Delgada, participou ontem na iniciativa promovida pela candidatura de cidadãos eleitores “Santa Clara Vida Nova” sobre os terrenos da SINAGA. Para a CDU, a opinião da população da Freguesia e da sua Junta são fundamentais na decisão sobre o destino a dar a este espaço. A CDU recusa determinantemente que estes espaços possam ser alvo de negócios que em nada servem o concelho, favorecendo a especulação imobiliária.
São os trabalhadores municipais que mantêm o Concelho e a Câmara a funcionar. Por isso mesmo, é preciso que o município reconheça na prática o seu papel, o que implica valorizar os seus salários, dar-lhes melhores condições de trabalho e estabelecer contratos de trabalho permanentes. No entanto, o que frequentemente se verifica é o contrário. Em particular, agrava-se a precariedade, nomeadamente com o abuso dos programas ocupacionais e de contratos temporários, e os salários continuam salários baixos e injustos. A CDU recusa esta realidade e afirma que a alternativa existe e que pode ser concretizada, já no próximo dia 26 de setembro.
A política ambiental da Câmara tem-se mostrado errada e incapaz de dar resposta às necessidades dos munícipes. Para a CDU, muito há a alterar, desde a recolha e tratamento dos resíduos aos valores incomportáveis que os cidadãos pagam na fatura da água. É inaceitável que não se beneficie quem apresenta bons comportamentos ambientais, e que a Câmara se tenha demitido do objetivo de reduzir os resíduos indiferenciados, tratando por igual quem se preocupa em separar o lixo e quem não o faz.