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  3. Gigantesca traição
25 janeiro 2012

Gigantesca traição

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José DEcq MotaA actual coligação da direita no poder na Republica tem poder institucional e votos suficientes para aprovar no Parlamento as medidas que estão contidas no chamado “acordo” de concertação social, mesmo que não houvesse qualquer acordo naquele organismo consultivo. Não obstante isso, e com a colaboração do Presidente da Republica, foi desenvolvida uma manobra no sentido de “criar condições” para que a direcção da UGT assinasse o dito “acordo”.
O governo deixou cair a meia hora de trabalho a mais e, em substituição, meteu um conjunto incrível de medidas que, no seu todo, constituem um enorme insulto a todos os que vivem de rendimentos do trabalho. A direcção da UGT, sem surpresa para mim, subscreveu todas essas medidas, consumando assim uma gigantesca traição que não deixará de ter, necessariamente, reflexos na vida futura daquela estrutura que se intitula de sindical.

Perante o profundo desagrado que provocou na sociedade a postura do Eng.º Proença e dos seus colegas, logo surgiram dois argumentos: o primeiro foi o de que se a UGT não assinasse as medidas seriam piores (!?); o segundo foi o de que “altos dirigentes da maioria da CGTP” teriam “pressionado e incentivado” a UGT a assinar (!?).
O primeiro “argumento” é próprio de tolos, porque seria certamente melhor para os trabalhadores que, durante as discussões parlamentares que vão preceder a transformação em lei das medidas anunciadas, o governo e a maioria só contassem com o apoio de organizações patronais.
O segundo “argumento” é típico de velhacos, visa desacreditar os dirigentes da CGTP, procura criar uma diversão manhosa, mas não resiste à mais ligeira reflexão.
A UGT traiu miseravelmente os interesses dos trabalhadores, mas a luta continuará com toda a firmeza e contará, certamente, com a acção convicta de milhares de trabalhadores até agora ligados a sindicatos filiados na UGT.

Artigo de opinião de José Decq Mota, publicado em 25 de janeiro de 2012

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