verbas dos cortes nos subsídios devem ficar nos Açores (vídeo)
27-Jan-2012
verbas dos cortes dos subsídios têm de ficar nos Açores
27-Jan-2012
O Deputado Aníbal, na apresentação da proposta do PCP para garantir que as verbas que resultam dos cortes nos subsídios de férias e de natal permaneçam nos Açores, expôs hoje no Parlamento Regional, o fanatismo troikista do Governo PSD/CDS, que atropela todas as regras do Estado de Direito Democrático e espezinha os direitos dos Açores na sua pressa de cumprir os seus objectivos orçamentais.
Demonstrativas da sua inadequada aptidão para os importantes cargos que ocupam, a passada semana foi farta em calinadas vindas da boca de gente com responsabilidades na vida pública… “A minha reforma mal chega para pagar as despesas…” (Presidente da República).
De facto 1300 euros (o único número por ele divulgado) de uma pensão, e mais “não sei quanto” de outra (Banco de Portugal), e mais os miseráveis 800 euros da reforma da esposa, é efectivamente muito pouco para as despesas mensais de quem diz que prescindiu (melhor dito, para quem foi legalmente obrigado a optar e optou por prescindir) do salário de Presidente da República…É enternecedor e deveras coerente com aquela máxima sua de que qualquer outro, para ser mais sério do que ele, teria de nascer duas vezes, vê-lo optar (apenas quando obrigado, note-se) pela solução franciscana de prescindir do salário de PR e ficar com um outro montante, que insinuou pouco passar de 1.300 euros…, apesar de declarar às finanças, por uma qualquer conveniência inexplicada, mais de 10.000 euros de rendimento mensal!
Transgénicos: PCP Açores critica ingerência do Embaixador dos EUA (vídeo)
26-Jan-2012
Transgénicos nos Açores: ingerência do Embaixador dos EUA é inaceitável
26-Jan-2012
O Deputado do PCP Açores, Aníbal Pires, apresentou hoje um voto de protesto contra a atitude do Embaixador dos EUA em Lisboa, que se dirigiu por escrito aos órgãos regionais criticando a proposta do PCP para banir os cultivos transgénicos dos Açores. PSD e CDS-PP rejeitaram este voto, demonstrando o seu seguidismo em relação aos ditames norte-americanos.
Para o PCP não é compreensível que seja o Governo norte-americano a assumir a defesa do interesse das multinacionais do sector agroalimentar, nem a existência de fortes e antigos laços de amizade entre a Região Autónoma dos Açores e os Estados Unidos da América justificam que os seus governantes procurem interferir nas competências dos organismos regionais e nas opções por estes tomadas.
A actual coligação da direita no poder na Republica tem poder institucional e votos suficientes para aprovar no Parlamento as medidas que estão contidas no chamado “acordo” de concertação social, mesmo que não houvesse qualquer acordo naquele organismo consultivo. Não obstante isso, e com a colaboração do Presidente da Republica, foi desenvolvida uma manobra no sentido de “criar condições” para que a direcção da UGT assinasse o dito “acordo”.
O governo deixou cair a meia hora de trabalho a mais e, em substituição, meteu um conjunto incrível de medidas que, no seu todo, constituem um enorme insulto a todos os que vivem de rendimentos do trabalho. A direcção da UGT, sem surpresa para mim, subscreveu todas essas medidas, consumando assim uma gigantesca traição que não deixará de ter, necessariamente, reflexos na vida futura daquela estrutura que se intitula de sindical.